August 2011
“Carinhos, fungadas, afagos, ombros, ouvidos, palavras, proteção, segurança, telefonemas, cócegas, bilhetes, beijos..”
—Gabito Nunes (via que-seja-leve)
“No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo, um carinho no momento preciso, o folhear de um livro de poemas, o cheiro que tinha um dia o próprio vento…” —Mário Quintana (via que-seja-leve)
um estribilho antigo, um carinho no momento preciso, o folhear de um livro de poemas, o cheiro que tinha um dia o próprio vento…” —Mário Quintana (via que-seja-leve)
“Na minha escrita sempre tão intuitiva, não aprendi a compor palavras arquitetadas. Estou tentando escrever um texto novo e esqueço que eles me acontecem quando meu coração está limpo. Resta-me uma realfabetização emocional e uma aceitação de que a gente também fracassa mesmo quando a vontade está tão à flor da pele. Ainda não consegui alcançar o que precisa ser dito. Tenho meias palavras indispostas e um parágrafo mudo. Por enquanto, eu componho este silêncio… Que também é uma forma de dizer.”
—Marla de Queiroz (via pequenos-retalhos)
“Faz alguns meses que ando sem dizer nada, mas pensando o seguinte: à parte da proporção e do tamanho, não existe muita diferença entre as pequenas notícias que registro por aqui e aquelas que ocupam os jornais importantes; assim como não há grande diferença entre aquele que acerta um passarinho (e ri as risadas de vitorioso) e essas figuras que ocupam os nossos livros de História. Com um pouco mais de poder e, consequentemente, ampliado o tamanho da pedra, seriam as mesmas pessoas capazes de bombardear o mundo.”
—Rita Apoena (via pequenos-retalhos)
“Acalma esse coração, pequena, que desespero nunca resolveu problema.”
—Caio Fernando Abreu (via odetalhequeocoracaoatenta)
“Eu constantemente sinto saudade das coisas que perco, mas não as quero de volta. Já doeu uma vez.”
—(via dawnofmyloneliness)