May 2011
“Tudo isso para quê?
Essas conversas que não atam nem desatam. Só enlouquece, só irrita.
Agora eu te pergunto? Por que não fala logo? Por que não fala tudo de uma vez?
Fica fazendo rodeios, falando e depois negando. Amanhã tudo muda de novo.
Pessoas inconstantes realmente me irrita. Pessoas que falam demais.
Fiquei puta, realmente fiquei puta.
Não quero que você case comigo, só que você permaneça. Simples assim: fique. Mas são desculpas demais, contradições demais. No final não sobra nada e amanhã você começa tudo de novo.
Quem quiser algo simples, por favor, se habilite. Cansei do muito inacabado.”
Que eu não me perca, que eu não me fira, que não me firam, que eu não fira ninguém.
“Fico quieto. Primeiro que paixão deve ser coisa discreta, calada, centrada. Se você começa a espalhar aos sete ventos, crau, dá errado. Isso porque ao contar a gente tem a tendência a, digamos, “embonitar” a coisa, e portanto distanciar-se dela, apaixonando-se mais pelo supor-se apaixonado do que pelo objeto da paixão propriamente dito. Quanto mais não-dita, melhor a paixão.”
—Caio Fernando Abreu (via 1-9-7-3)
“Acho que nasci pra dormir e sonhar. Acordei por coincidência ou azar.”
—(via fragmentar-te)